quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Segregação Social, descriminação racial

No dia 11 de fevereiro de 1990, após 27 anos de confinamento Nelson Mandela ganhou a liberdade na África do Sul. Reconhecido mundialmente pela sua luta contra o apartheid sua biografia se tornou um marco a favor da igualdade racial.


Considerado como terrorista e por liderar grupos armados que eram contra o regime segregacionista sul-africano, Mandela foi condenado a cinco anos de prisão e consequentemente a prisão perpétua. Mesmo encarcerado, ele através de cartas ajudou a organizar um partido e manifestações contra a supremacia e opressão branca contra os negros.



Após grande pressão mundial contra o cárcere de Mandela, em 1990 o então presidente da África do Sul Frederik de Klerk o concedeu a liberdade. Nos anos seguintes ele liderou seu partido no parlamento e em 1994 se tornou o primeiro presidente negro de seu país. Sua gestão foi muito criticada por radicais e, sua posição ideológica política, muitas vezes o colocou em desentendimento com outros líderes de Estados.


Pensar na história de Nelson Mandela é retroceder ao século XVI quando os negros foram sequestratos da África para serem escravos em outros países. O problema é que já estávamos em 1953 e em um local onde a minoria oprimia a maioria.



Não só na Africa do Sul como em outros países muito em relação a igualdade racial mudou. No entanto, fortes resquícios de preconceito ainda desgatam as relações sociais por causa das diferenças étnicas.


O dia 11 de Fevereiro deve ser lembrado não apenas como dia em que um líder preso injustamente ganhou a liberdade, mas sim uma reflexão diante o holocausto e a segragação racial que os negros sofreram durante séculos. Não devemos deixar que os fatos ocorridos sejam tratados como estória, mas sim como um dos grandes absurdos da história da humanidade.

4 comentários:

  1. Grande Mauricio! Mandela merece todas as homenagens possíveis. É um símbolo, um ícone da luta contra a segregação racial, do preconceito.
    Cê tá fazendo falta hein cara! Volta logo meu!
    Abraços

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  2. É uma grande pena que o negro Brasileiro não posso aqui generalizar apesar de ter uma militancia e ativismo que tenta fazer alguma coisa, ainda não temos uma organização nacional que possa vir e ir nas mais diversar cidade do iapoque ao chui, uma vez que somos a maioria, neste ano de eleição seria bom que em todas as cidades tivessemos negros comprometidos com o negro e com os carecidos. O evento onde \hillary Clinton uma otima chefe da defesa do EUA foi na faculdade de Zumbi dos Palmares pouco foi divulgado pela midia em geral.è essas e outros estados de coisas que faz de umBrasil que não esta nem ai com o povo negro..o Brasil ainda fingi,tem vergonha, age com falsidade a problematica do negro.Mesmo tendo curso superior sendo capacitado, qualificado, aprefeiçoado, treinado o mercado de trabalho rejeita o negro.poucos esforços são feito pra anemizar este comportamento problema.Na psicanalise tem um mecanismo de defesa que se chama racionalização...ou seja parece que o negro Brasileiro não quero aqui agora generalizar esta sempre racionalizado ou seja não se preocupa com si mesmo e culpa o sistema por não ter quase nada, porque precisa se organizar e ir atras dos seus direitos que ja são deles mesmo, nos construimos e fazemos o dia a dia de nosso pais.
    Temos que aproveitar mais esse momento historico da politica e eleger negros comprometidos com o negro na politica e fazer a diferença, fazer com que a nação Brasileira olhe pra nos e nos ampare no mercado de trabalho , no serviço no emprego , na saude ,na educação , na habitação.
    Na africa e nos EUA as coisas estão acontecendo , mas aqui estão indo muito devagar, pelo visto aqui vai demorar mais 500 anos para termos um presidente negro comprometido permamentemente com o negro, e a culpa é nosso mesma porque "ainda" não estamos conseguindo nos organizar....(encontrei1psicologo@ig.com.br)

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  3. esse ai é o cara carregou a africa nas costa parabens !!!!!!!!!!

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